—Uma excellente e meiga creatura! disse elle em voz baixa e como se lhe custasse respirar. Uma creatura que me é querida... muito querida! E é por isto mesmo que não deve falar assim!
—Adeus!
E pelo ruido dos seus passos, a velha percebeu que ella ia correndo. Compreendeu que nova desgraça a ameaçava, e no cerebro cravou-se como um prego esta interrogação: «O que será preciso fazer?»
Ao entrar na cosinha, Pavel avançou para André que lhe perguntou:
—E aquelle desgraçado do Isaías?
—Devemos aconselhal-o a que renuncie á espionagem.
—Denunciará aquelles que tal lhe aconselharem.
—Que pensas fazer, Pavel? perguntou-lhe a mãe, desviando o olhar.
—Quando? agora?
—Não: no primeiro de maio.