—Quem é que falou?

Muitos recuaram; outros deitaram a fugir. Ouviram-se risos escarninhos.

Pélagué voltou para casa.

—Ninguem tem dó d’elle!... ia pensando.

—E o perfil macisso do bexigoso erguia-se na sua frente; os seus olhos tinham um brilho frio e rude; a sua mão direita balouçava, como se estivesse ferida.

Quando André e Pavel entraram para o jantar, perguntou-lhes logo:

—E então? Não está ninguem preso por causa do Isaías?

—Não ouvi nada... respondeu o russo-menor.

Ella notou que os dois vinham sombrios e reservados.

—Não falam do Vessoftchikof?... avançou.