—Nós tambem esborrachamos o mosquito que nos suga um pouco de sangue...

—Sim, é verdade. Não é esse o meu ponto de vista. Digo que é repugnante!

—Que se ha de fazer? e encolheu outra vez os hombros.

—Poderias matar uma creatura d’aquellas? perguntou Pavel depois de curta pausa.

—O russo-menor fitou-o, lançou um rapido olhar a Pélagué, e respondeu tristemente mas com firmeza:

—Se se tratasse de mim só, não tocaria em ninguem. Pelos companheiros, pela nossa causa, faria tudo. Mataria até meu proprio filho, se preciso fosse!

—Oh!... suspirou Pélagué.

Elle sorriu, concluindo:

—Impossivel proceder d’outra maneira! É a vida que assim o quer!

Como se obedecesse a um impulso intimo, André ergueu-se de repente.