—É tempo, é... respondeu Pavel, sorrindo. Mas o difficil está em saber falar aos soldados.

—Aprende-se!

—Mas se o apanham em flagrante, podem fuzilal-o.

—Sim... não me perdoarão... respondeu tranquillamente, voltando a vêr os livros.

—Vamos ao chásinho, companheiro, que temos que abalar! disse Rybine.

André entrou muito vermelho, encalorado e taciturno. Apertou a mão de Jéfim, sem falar, assentou-se ao lado de Rybine, e, depois d’olhar para elle, sorriu.

—Pareces triste, homem! Porquê? perguntou aquelle dando-lhe uma palmada no joelho.

—Porque sim!

Jéfim, observava attentamente André, até que disse:

—Os trabalhadores das cidades e villas são magrizellas, teem os ossos a romper a pelle. Nós cá, os do campo, somos mais roliços...