A vida recomeçou para elles; novamente se encontravam proximos e afastados.

Uma vez, n’um dia santo, no meio da semana, Pavel disse á mãe, quando ia sahir:

—No sabbado ha de vir gente cá a casa.

—Que gente?

—Gente d’aqui... e gente da cidade.

—Da cidade...? repetiu a mãe, meneando a cabeça. E desatou a chorar.

—Porque choras, mamã?! exclamou Pavel contrariado. Porquê?

Respondeu com froixa voz, limpando as lagrimas:

—Não sei... Porque sim.

Elle deu alguns passos pelo quarto, e parando deante d’ella: