—O Pavel está em casa?
—Não.
Relanceou a vista pelo quarto e entrou, dizendo:
—Boa noite, companheiros.
—Tambem este!... Será possivel? pensou ella hostilmente.
E mais se admirou vendo Natacha estender a mão ao recemchegado com modo alegre e amigavel.
Vieram em seguida dois rapazes, duas creanças quasi. A dona da casa conhecia um d’elles: era o sobrinho de Fédor Sizof, velho operario da fabrica; tinha feições d’arguto, fronte elevada e cabellos encaracolados. O outro, de cabello corredio, era-lhe desconhecido, mas não a assustava, parecia modesto.
Afinal Pavel chegou, acompanhado de dois amigos, que ella reconheceu logo: eram dois operarios tambem da fabrica.
Amavelmente, o filho disse-lhe:
—Preparaste o chá? obrigado!