—Queres que vá comprar aguardente? perguntou, não sabendo como exprimir-lhe o seu reconhecimento pelo que quer que fosse que ella ainda não compreendia.
—Não. Não é preciso! respondeu, tirando a capa, e sorrindo bondosamente para a mãe.
De subito, veio-lhe á idéa de que o filho tinha exagerado propositadamente o perigo da reunião para brincar com ella.
—É então esta a tal gente perigosa?
—Esta mesma! disse Pavel entrando no quarto.
—Ah! e seguiu-o com o olhar caricioso.
Mas, no seu intimo:
—E elle é a mesma creança!...
VI
Quando a agua do samovar entrou em ebolição levou-o para o quarto. As visitas estavam sentadas em de redor da meza; Natacha tinha nas mãos um livro e ficára n’uma quina da mesa sob a luz da candeia.