—Para compreender por que as creaturas vivem tão mal... dizia Natacha
—...e porque são tão más... interveio o russo-menor.
—...é preciso ver primeiro como começaram a viver...
—Então, meus filhos, então!... murmurou Pélagué, preparando o chá.
Calaram-se todos.
—O que diz, mamã? perguntou Pavel franzindo o sobrolho.
—Eu?
Vendo todos os olhares cravados n’ella, explicou, embaraçada:
—Falava comigo mesmo... Dizia: então!...
Natacha desatou a rir assim como Pavel; o russo-menor exclamou: