Accendia um cigarro e ia fazendo todas estas perguntas sem esperar as respostas. Afagava no entretanto a velha e o rapaz com a caricia do seu olhar pardacento. Pélagué considerava a recemchegada, rindo interiormente e pensava:

«E eis como eu tambem me transformei em creatura humana... e n’uma bôa creatura, até!»

Inclinando-se de novo para Ivan, disse-lhe:

—Cure-se depressa, rapazinho!

E passou á casa de jantar, onde estava Sofia a dizer a Sachenka:

—Ella já preparou trezentos exemplares!... Mata-se a trabalhar... Que heroísmo o d’ella! Sabe Sachenka, que é uma verdadeira felicidade viver entre gente assim, ser seu camarada, trabalhar com elles!...

—É certo! respondeu a rapariga.

E á noite, Sofia annunciou:

—Mãe Pélagué, precisamos que faça uma nova excursão pelo campo.

—Com muito gosto. Quando é a partida?