Natacha observou-a com os olhos semi-cerrados, e este olhar fixo embaraçou-a.

—Desculpe se é tolice, mas creia ser de bôa vontade!

—Sim. A sr.a é bôa! exclamou Natacha a meia voz, apertando-lhe a mão.

—Bôa noite, mãesinha! disse o russo-menor encarando n’ella; saíu, depois de beijal-a, acompanhando Natacha.

Pélagué olhou para o filho que no limiar da porta do quarto, sorria.

—Porque sorris? perguntou, como envergonhada.

—Ora! porque estou contente.

—Sou velha e tôla, bem sei, mas compreendo aquillo que fica bem.

—E tem razão. Vá deitar-se, vá, que são horas.

—E tu tambem deves ir. Eu é n’um instante.