—É a Sachenka! disse Nicolao com voz debil.
—Nem sei como lho hei de dizer! exclamou ella no mesmo tom.
—É verdade... é difficil!
—Tenho pena d’ella!
A campainha vibrou outra vez, mas com menos força, como se a pessôa que se encontrava para alem da porta hesitasse tambem. Dirigiam-se os dois a abrir, mas, chegados á cosinha, deteve-se Nicolao e segredou-lhe:
—É melhor ir a senhora só.
—Recusa-se a fugir? perguntou a rapariga com decisão, tão depressa Pélagué lhe abriu a porta.
—Recusa!
—Bem o sabia! disse Sachenka simplesmente.
Faz vento, chove... que abominavel tempo!... E elle está bom?