—Bem, eu os encontrarei! Vou tratar d’isso immediatamente.

—Porque não descansa um pouco? propoz Pélagué.

Ella sorriu e respondeu, deligenciando dar meiguice á voz:

—Não se apouquente por minha causa... Não estou cansada...

Apertou as mãos a ambos, silenciosa, e foi-se como viera, fria e de semblante carregado.

Pélagué e Nicolao foram á janella para a vêr.

Atravessou o pateo e sumiu-se para além da grade. Nicolao pôz-se a assobiar baixinho; em seguida, sentou-se á mesa e pegou na penna.

—Ella quer tratar d’este negocio para distraír o seu desgosto! disse Pélagué, baixo.

—É evidente! confirmou Nicolao. E, voltando-se para Pélagué, com o rosto bondosamente illuminado de um sorriso:

—Este fel é que os seus labios não provaram, não é verdade?... Nunca andou a suspirar por um homem amado!