—Para quê? perguntou Sachenka.
E Nicolao aconselhou:
—Não, não, querida amiga! Podia acontecer-lhe alguma coisa. Não!
Ella fitou-os a ambos e repetiu, mais baixo, com insistencia:
—Sim, hei de ir!
Os dois trocaram rapido olhar. Sachenka encolheu os hombros e commentou:
—Compreende-se...
Depois, voltando-se para ella e tomando-lhe do braço, inclinando-se-lhe ao ouvido, declarou com singeleza e cordealidade:
—Mas olhe que eu previno-a: nada tem a esperar...
—Minha querida! exclamou a mãe de Pavel, puxando-a para si, a tremer, leve-me comsigo!... Eu não a estorvo... É que eu queria vêr... Não creio, não julgo que seja possivel... uma evasão!