—Não deseja então ir juntar-se a elle desde já?
Respondeu, com um suspiro:
—Para quê? Nada mais iria fazer-lhe do que causar-lhe incómmodo, caso elle quizesse fugir. E depois, elle não mo consentia...
Murmurou Sachenka:
—Não, com effeito...
—Além d’isso eu tenho que fazer aqui, accrescentou a mãe de Pavel com um tanto de ufania.
—Sim, é verdade! secundou, pensativa, a outra. E sabe trabalhar muito bem...
Mas de repente estremeceu, como se acabasse de libertar-se de um peso qualquer, e logo annunciou com simplicidade, a meia voz:
—Decididamente, elle não se demora na Sibéria... Ha de fugir... É certo!
—Mas, então, que ha de ser feito de si? E a creança, se a tiverem?