—E se eu lho dissesse?...
—O quê?
—Que...
—Para quê?
Pélagué ouviu André rir.
—Eu cá, sim, parece-me que quando se ama uma rapariga, devemos dizer-lho, se não é o mesmo que nada!...
Pavel fechou o livro com ruido e perguntou:
—E que resultado esperas?
Estiveram calados durante alguns minutos.
—E então? perguntou André.