Pavel vestiu-se sem dizer palavra.

—As mulheres estão reunidas e fazem uma gralhada!...

—Vou ter com ellas! disse Pélagué. Tu não estás bom, talvez seja perigoso... Os outros para que servem, então? Eu irei falar com elles...

—Vamos! disse Pavel simplesmente.

Saíram rapidamente, em silencio. Pélagué, offegante e commovida, presentia o que quer que fosse grave. Á entrada da fabrica, uma multidão de mulheres berrava e discutia. Pélagué via que todos os rostos estavam voltados para o mesmo lado, para a parede das forjas. Ali, Sizof, Makhotine, Valof e mais cinco operarios influentes e idosos tinham trepado para um montão de velha ferragem.

—Ahi vem o Vlassof! gritou alguem.

—Vlassof! Tragam-no cá!

Levaram Pavel, de roldão. Pélagué ficou só.

—Silencio! ordenaram muitas vozes a um tempo.

Proximo de Pélagué ouviu-se a voz monotona de Rybine: