Oh Numen tutelar do mijadeiro!
Levar-te-hei, se tornar ao tezo estado,
Por offrenda espetado um parrameiro.
[XXXVIII]
Eu foder putas?.. Nunca mais, caralho!
Has de jurar-m'o aqui, sobre estas Horas;
E vamos, vamos já!… Porém tu choras?
«Não senhor (me diz elle) eu não, não ralho:»
Batendo sobre as Horas como um malho,
«Juro (diz elle) só foder senhoras,
Das que abrem por amor as tentadoras
Pernas áquillo, que arde mais que o alho.»
Co'a força do jurar esfolheando
O sacro livro foi, e a ardente sede
O fez em mar de ranho ir soluçando....
Ah! que fizeste?.. O ceo teus passos mede!
Anda, heretico filho miserando,
Levanta o dedo a Deus, perdão lhe pede!
[XXXIX]
«Ora deixe-me, então… faz-se creança?
Olhe que eu grito, pela mãe chamando!» —
Pois grite (então lhe digo, amarrotando
Saiote, que em baixal-o irada cança):