Na quente lucta lhe desgrenho a trança,
A anagoa lhe levanto, e fumegando
As estreitadas bimbas separando
Lhe arrimo o caralhão, que não se amança:
Tanto, a ser giria, não gritava a bella;
Que a cada grito se escorvava a porra,
Fazendo-lhe do cú saltante pella!
— Ha de pagar-me as mangações de borra;
Basta de cono, ponha o sesso á vela,
Que n'elle ir quero visitar Gomorrha.
[XL]
Pela rua da Rosa eu caminhava
Eram sete da noute, e a porra teza;
Eis puta, que indicava assás pobreza,
Co'um lencinho á janella me acenava:
Quaes conselhos? A porra fumegava;
«Hei de seguir a lei da natureza!»
Assim dizia, e effeituou-se a empresa;
Prepucio para traz a porta entrava:
Sem que saude a moça prazenteira
Se arrima com furor não visto á crica,
E a bella a molle-molle o cú peneira:
Ninguem me gabe o rebolar d'Annica;
Esta puta em foder excede a Freira,
Excede o pensamento, assombra a pica!