—Eu vou lá; dizia baixo com a voz tremula, quero vel-o.
O cunhado conteve-o.
—Espreite pelo buraco d'essa fechadura que já o vê.
O velho curvou-se e olhou.
—Lá está elle! lá o vejo. Está mais magro... aquillo talvez seja do estudo. Coitado! Mas que chibante que elle anda! Os outros ao pé d'elle parecem uns pobretões! Um até tem a vestea toda rota e cheia de nodoas. Aquillo que elles trazem é assim a modo de batina de padre... pois não é? Espera, ó mano! lá vae o meu filho levantar-se. Ó meu rico filho da minha alma!
Sebastião levantára-se de facto para fazer um brinde.
Tinham bebido á saude das mulheres, do amor, da gloria, do talento...
Sebastião, um tanto inflammado de repetidas libações, fez uma saude a um velho que estava sentado á meza, um pouco distanciado do grupo dos estudantes.
O brinde foi estrepitosamente victoriado.
O velho agradeceu n'estes termos: