Quando o tio Sebastião chegou á sua aldeia, vinha pallido, desfeito, parecia desenterrado.
A velha Joanna assustada perguntou-lhe:
—Que foi? que foi? E o menino?
—Morreu!
O ANNEL DO DIPLOMATA
—Parecia que vendia saude... tão forte que era!...
—É verdade! quem o havia de dizer!
—Era uma creança ainda, pouco mais tinha de setenta annos, volveu outro que, pela figura e pelo andar tropego e vacillante, denotava ter os seus oitenta, bem puxados.
—E olhe que era um bom homem! Você não viu como a filha chorava quando o pozemos em cima da cama? Cortava o coração, coitadita!