Ooh!... Splendid!... Magnificent, indeed!...

Quando me parecia reconhecer aquella voz, a ingleza voltou-se e...

Era Mary!

Era sim, mas tão differente, tão mudada, que cheguei a abençoar n’aquelle momento a revelação indiscreta de Henry.

Tinha-se tornado ingleza a valer, sob a influencia do deslavado marido.

Estavamos muito perto um do outro. Ella olhou para mim casualmente, e, sem mostrar a minima commoção, de novo fixou a vista no lindissimo panorama.

Eu então vinguei-me, vinguei-me cruelmente!

Esperei uma occasião em que ella me visse, e olhei-lhe para os pés.

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