João Leite de Oliveira, que deixou a agricultura, que exercitava na sua quinta de Pombeiro, para se alistar na milicia de Flandes, onde, por seu valor, mereceu o posto de capitão, morrendo, no de general de artilheria, com grande nome e fama.

Sebastião Salgado de Faria, que, na guerra de Flandes foi um dos capitães de cavallo de couraças com melhor nome no exercito.

Jeronymo de Figueiredo, que, nas guerras com os castelhanos, chegou ao posto de tenente de mestre de campo general.

Dionisio da Cunha, que foi valente capitão de infanteria.

Pedro Coelho de Miranda, que foi capitão dos privilegiados de Nossa Senhora da Oliveira.

João Botelho Leite, que foi capitão de infanteria, e um dos que promoveram a feliz acclamação de D. João IV.

João Rebello Leite, filho do precedente, que, no primeiro rebate que em seguida á feliz acclamação, os gallegos deram na fronteira do Minho, foi prisioneiro e levado, com oito feridas, ao castello de Compostella, d'onde, após dezoito mezes de prisão, fez uma fugida valorosa, chegando depois a mestre de campo, e, com lastimosa desgraça, morreu de veneno.

João Machado de Miranda, que, deixando em serviço da patria os bens em que succedia, militou com grande valor, chegando ao posto de mestre de campo de infanteria, e de cavallos; e, indo a Santarem reformar o seu terço, foi captivo da morte por um reparado manjar, que lhe serviu a sua mulata.

Fernão Ferreira da Maia; José Peixoto de Sousa; Francisco de Macedo; João Barroso de Azevedo; Jacintho Leite Pereira; André de Sousa Homem; José Machado Pinto, e Manoel Velho do Couto, que todos occuparam postos de capitães volantes, no exercito da provincia do Minho.

Diogo de Freitas, que foi capitão de infanteria.