—Que está a dizer senhora Rosinha? Dos homens é que eu fallo.
—Ah! então pobres homens!
—Mas tambem mordeu os cães.
—Pois sim, pobres homens e pobres cães. E o pequeno?
—Espere ahi. Viu-se então na escuridão uma grande bola amarella como uma pequena lua, que corria o mais que podia no céo; chamam-lhe um metaloro... um metoro... não sei bem o nome, mas isso nada faz ao caso.
—Felizmente; mas o que tem a bola com o nosso pequeno?
—O que tem? Está bem claro. Uma bola amarella que corre no céo, não é qualquer coisa. E depois, ouça mais esta, ainda não acabei: como elle andava para traz, a raposa...{50}
—O que! ainda a raposa! Tornamos outra vez ao sonho?
—Mas com certeza; a raposa é brincadeira.
—E o cão damnado?