—Tem vossemecê rasão. Com effeito, sendo um cesto, mette-se-lhe o que se quer. De mais no fim de contas, isto não faz nada para a minha historia.

—N'esse caso saltemos isso, quer?

—Depois, elle vê a raposa, tem medo, deixa cahir o cesto, e prega comsigo no tanque de cabeça para baixo.{49}

—Coitado do pequeno!

—Qual pequeno? Foi o cesto.

—Ah! bom! mas vossemecê dizia de cabeça para baixo.

—Era a brincar. Eis que a raposa vem ter commigo com uma pata no ar. Pobre animal! Foi talvez ferida por algum caçador... ah! a proposito de caçador, vossemecê sabe?

—O que?

—Dizem que ha dois caçadores, que vinham no outro dia pelo matto e encontraram um cão vadio, que mordeu os cães que os acompanharam.

—Pobres animaes!