—Viu-o, não é assim senhor Baptista, aquelle pequeno basbaque que olhava para a direita e para a esquerda, e a quem eu fallei? viu-o? diga?
Como o hum de Baptista não era um som vão, e que elle não empregasse muito a proposito, foi ainda a sua resposta, mas d'esta vez acompanhada de um signal affirmativo com a cabeça.
O que tudo junto queria dizer sim, tanto quanto era possivel, porque o senhor Baptista nunca dizia positivamente que sim, sendo natural de um cantão da Normandia, onde as tradições se tinham conservado intactas desde o celebre Rollon. Quando se tratava da venda, era preciso dar aos freguezes mais alguma coisa do que huns. Usava então de rodeios engenhosos, de interjeições expressivas, mas nunca chegava o sim compromettedor.
Era inevitavelmente: ora essa!... isso depende!... porque não?... o que pensa?... vamos!...
O FREGUEZ.
Os seus arenques são frescos?
O VENDEDOR.
Ainda o pergunta!{102}
O FREGUEZ.
São os que lhe trouxeram esta manhã?