—Aqui está, minha senhora.

—Esta é da verdadeira, não é assim? o senhor não quererá enganar-me! É dos verdadeiros Carmelitas, da verdadeira rua Taranne?

—Minha senhora, eu não conheço duas em Paris:

—Muito agradecida.

A velha mette o frasco na algibeira e retira-se.

A menina Adriana entra emfim na pharmacia, exclamando:

—Ah! cá estou finalmente! ainda bem! pensei que não chegaria nunca...

—Tem alguem doente em casa, menina Adriana?

—Tenho; é minha ama que está com o seu ataque nervoso, com a sua crise, e com um grande tremor. Tome, aqui tem a receita, avie-me depressa... eu vim a correr quanto pude, agora não me demore muito tempo...