—Ah! mau! então acha as mulheres más?

—Sim, em geral, mas ha excepções.

—É uma felicidade! e eu sou uma excepção?

—Oh! a senhora abusa da minha situação, faz-me beber uma grande diversidade de vinhos... e depois faz-me perguntas insidiosas...

—Vamos, responda: eu sou boa?

—Ah! ah! ah!

—Não se ria! quero que me diga se sou boa.

—Só pela maneira de me perguntar isso, se poderia logo pensar o contrario! mas não, pode estar socegada, a senhora é boa, é um carneiro, um cordeirinho... nunca se zanga...

—Creio que está mangando commigo?

—Não, oh! francamente, julgo-a boa, quando não está debaixo do imperio d’uns zelos que lhe estragam ás vezes o genio.