—Viciosa! então que mal fez ella?
—Meu filho, eu interrogo-o, mas o menino não tem direito para me interrogar... Escute bem, e responda-me illico! Como se chamava o primeiro homem?
—Illico!...
—Hein? vamos, menino, dê-me attenção... Pergunto-lhe como se chamava o primeiro homem?
—Pois bem! Illico! Disse-me que respondesse: Illico!... digo-lh’o, e não está contente!...
—Mas, velhaquete, eu entendo por illico, immediatamente... logo, logo...
—O pequeno tem razão; para que emprega com elle termos barbaros que a creança não comprehende? estraga-lhe a memoria, e mais nada!
—Minha senhora, metta-se lá nos seus trapos, nos seus vestidos, e deixe-me dirigir a educação de meu filho, elle tem talento; promette, mas precisa ser bem ensinado...
—Graças a Deus, tem muito tempo deante de si.
—Nunca se tem bastante. Aqui estou eu, que sei muito, lisonjeio-me d’isso, e precisaria ainda cem annos de existencia para ser completo!