Talitha, tremula

Ruy!...

Ruy, apertando-lhe a cintura

Talitha!

Beija-lhe docemente a mão

Talitha

Ah! E eu sem poder vêr o labio que me beija!...
Que destino fatal, que desgraçada eu sou!

Ruy

Não foi a minha bocca ardente que a beijou.
Foi o dôce rumor da abelha que voeja
sugando á sua mão de branca flôr de liz
o magico licôr, o aroma delicado,
que vem do rosicler florido e perfumado,
no sangue que palpita em vibrações subtis!!

Talitha