E caiu desmaiado com o abalo.
Joaquim precipitou-se chorando para junto da cabeceira do irmão, abraçou-o vezes infinitas e teve o indisivel jubilo de o vêr tornar a si em seus braços.
—És tu, meu irmão!... Bem me dizia uma voz cá dentro, que havias de voltar.
—Perdoas-me, Raymundo?
—Perdoei-te sempre. Tu é que tens que me perdoar.
—O que?
—Não te haver já transmittido a benção do pae. Ajoelha, Joaquim.
—Em nome do nosso bom pae que está nos céus, eu te abençôo, meu irmão: sê bom como elle foi, e mais feliz do que eu tenho sido.
—Sel-o hemos todos, Raymundo, porque se me deixas viver comtigo, nunca mais saio da tua companhia.