--Absyntho, rapaz--gritou o amante da viscondessa, batendo com a bengala no marmore da mesa.

E o creado, desarrolhando uma garrafa, offereceu-a ao freguez.

No relogio do restaurante soaram, então, 2 horas da madrugada.

Alfredo, bebendo sempre, resmungava imperceptivelmente. Ao lado d'elle os amigos proseguiam na mesma tarefa,

O dono do restaurante, vendo que o caso se demorava, mandou vir um trem.

Sobraçou Alfredo, a este tempo, já quasi debaixo da mesa, e introduziu-o na carruagem, cuja almofada era simultaneamente occupada por um cocheiro e um policia.

Fez o mesmo aos restantes e fechou as portas do estabelecimento.

Eu sahi tambem; mas, ao contrario dos outros, aterrado e confuso, com o que ali havia presenciado e ouvido.

Pensei em Luiz Veuillot e segui para casa.

[VI]