«British Theatre, comedias em inglez em um volume.

«Obras de Laurence Sterne, inglez, em 3 volumes de 8.o.

«Obras de Tristran Shandy, inglez, encadernado em pasta, 6 vol. de 8.o.

«Sentimental Journey: Yorich, em 2 vol. de 8.o em pasta.

«British Tragedias, inglezas, em 1 vol.

«Obras de Young, francez, em 3 vol.

«Cartas de Junius, em inglez, em 2 vol.

«Obras, Poemas de Milton, inglezes, 3 vol.

«Um tomo das Obras de William Shakspeare, em que contém algumas comedias inglezas, em 1 vol.»

[197] Fallando do meio como poderia reflorir a poesia franceza do seu inexpressivo arcadismo, escrevia Frederico Schlegel: «eu sou levado a pensar que isso não se daria nem poderia acontecer pela imitação dos inglezes, como se tem feito até ao presente para sustentar a poesia desfallecida, nem pela imitação de nenhuma outra nação; mas sómente por um regresso ao espirito poetico em geral, e reconduzindo a poesia franceza aos tempos antigos.»—«basta a cada nação o voltar-se para a sua poesia e tradições suas proprias e originaes. Tanto mais perto se está da origem e mais profundamente se immerge n’ella, quanto mais se vê apparecer o que todas as nações tem de commum.» (Historia da Litteratura antiga e moderna, t. II, p. 248, trad. franc.) A influencia da Litteratura ingleza era devida a não se ter completamente separado da Edade media, e é d’esta fonte commum das Litteraturas modernas que ellas avançam para a sua unificação.