Não queiras parecer-te com estes jovens burguezes que se arruinam, que se encanalham, que se desgraçam voluntariamente para se darem nos salões um falso ar de homens do mundo com que só elles se enganam. Chamam-se a si mesmos os «janotas», põem a gravata branca e a casaca preta como a outra gente, frisam-se um pouco mais do que os outros, acompanham-se das suas mulheres ou das suas irmãs, de vestidos de bareje barata e de narizes que, se se vendessem, custariam ainda mais barato do que as barejes.... Correm de sala em sala, julgam-se no mais alto mundo, e cerceiam no boi do jantar os excessos de despeza a que os obriga a sua triste representação—de remendos brancos em pano preto! Não sabem, não veem que os homens verdadeiramente distinctos e as mulheres verdadeiramente elegantes não acceitam senão com repulsão os contactos das suas mãos vermelhas e suadas, não lhes dando senão despreso—porque elles não teem nascimento, nem dinheiro, nem ar, nem toilette, nem orthographia, nem mão de redea!
O que estes são—na elegancia, não queiras tu, ó camara, voltar a sel-o, como o foste—na politica! Não tornes cá.
Adeus. Vae com Nossa Senhora. Se te não abraçamos, se te não damos um beijo, desculpa.... É que nós temos razões para desconfiar,—pelas tuas moções d'ordem, pelos teus projectos de lei e pelos teus discursos,—que tu usas patchouly e comes alho.discursos,—que tu usas patchouly e comes alho.