Porque entre nós a campa hade assentar-se!

Tua suprema paz em goso ou dores

Do mortal que em ti crê, póde turbar-se?

Não haver quem me salve! e vir um dia

Em que de minha o nome inda lhe désse!

Então, senhor, o umbral da eternidade,

Talvez sem um queixume transpozesse.

Mas, qual flôr em botão pendida e murcha

Sem de fragancias perfumar a brisa,

Eu poeta, eu amante, ir esconder-me