Sob uma lousa desprezada e lisa!

Porque? Qual foi meu crime, oh Deus terrivel?

Em te adorar que fui, senão insano?...

O teu fatal poder hoje maldigo!

O que te chama pae, mente: és tyranno.

E se aos pés de teu throno os ais não chegam;

Se os gemidos da terra os áres sómem;

Se a providencia é crença van, mentida,

Porque geraste a intelligencia do homem?

Porque da virgem no sorrir poseste