Santo presagio de suprema dita,
E apontaste ao poeta a immensidade
Na ancia da gloria, que em sua alma habita!
A immensidade!... E que me importa herdal-a,
Se na terra passei sem ser sentido?
Que val eterno vaguear no espaço,
Se nosso nome se afundou no olvido?
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Alexandre Herculano, Harpa do Crente, p. 63. 2.ª edição. Lisboa, 1860.