Estas paredes põem medo;

Estas prisões são soturnas,

São medonhas como as furnas,

Escondidas sob o chão;

Nenhum bem aqui me afaga,

Tudo aqui a mente esmaga,

Tudo opprime o coração!

Nem do norte a meiga brisa,

Nem um lampejo da lua,

Nem raio do sol deslisa