N'esta caverna tão núa:
Lá d'essas grades do fundo
Vem-me, n'um côro profundo
Gargalhadas infernaes;
Surgem lá rostos desfeitos,
Que em visagens, em tregeitos
De loucura dão signaes.
Santo Deus, que sina a minha!
Onde estou ninguem m'o disse,
Mas um poeta adivinha;