É nas covas da doudice:

Vivo n'esta horrivel casa,

Onde a mente se me abrasa

Té o martyrio tocar;

Onde a rasão se entibia,

Onde triste, dia a dia,

Vejo as forças acabar:

Onde a mudez mais pungente

Me torna vil a pobreza,

Onde ninguem se consente