Aquelles infantis, serenos rostos
Onde a vida em botão abria a custo,
Como a flôr que desponta em plaga extranha!
Nas pallidas feições como se liam
De um precoz soffrimento os negros traços?
Como a livida fome lhes roubava
O placido sorriso da innocencia!
Que triste sorte e amargurada vida
Arrastavam sem queixa aquelles anjos!
Em logar dos brinquedos innocentes