E dos gosos sem par da curta infancia,

Mendigavam, coitadas, no abandono

O pão negro e acerbo da indegencia,

Sem um tecto a não ser o céo da patria,

E sem mãe... se não tu, oh caridade!...

Até quando, oh meu Deus, até que dia

Se hade ver no banquete da existencia

Um manjar que não seja para todos,

Um logar de que alguem possa expulsar-se?

Até quando será o mundo inteiro