Cantando os seus louvores.
Cantae, oh mundos que seu braço impelle,
Harpas da creação, fachos do dia,
Cantae louvor universal áquelle
Que vos sustenta e nos espaços guia!
Terra, globo que geras nas entranhas
Meu sêr, o sêr humano,
Que és tu com teus vulcões, tuas montanhas,
E com teu vasto oceano?
Tu és um grão d'areia arrebatado