Por esse immenso turbilhão dos mundos,
Em volta de seu throno levantado
Do universo aos seios mais profundos.
E tu, homem, que és tu, ente mesquinho
Que soberbo te elevas,
Buscando sem cessar abrir caminho
Por tuas densas trevas?
Que és tu com teus imperios e colossos?
Um átomo subtil, um frouxo alento;
Tu vives um instante, e de teus ossos