Mas um dia fatal, em torno d'ella,

A sombra d'Elohim pairou nos ares,

E ao som ruidoso de infernal procella,

Passou rente c'o a terra erguendo os mares.

E ella, qual flôr secca e mirrada,

Que a lava arroja em turbilhões de fumo,

Sentiu metter-lhe os hombros a rajada,

E arrastal-a no chão sem lei, sem rumo.

E hoje, que é d'ella, oh Sol? N'essas paragens

Ainda em pé, na gavêa, o marinheiro