No grande Cancioneiro portuguez da Bibliotheca do Vaticano, ainda se encontra um vestigio das antigas cantigas de Alalála; pertence essa composição a Pedro Anes Solaz, e é do mais alto valor archeologico:
Eu, velida, dormia,
le-li-a, d'outra!
E meu amigo venia,
edoy le-li-a d'outra.
Nen dormia e cuydava
lelia d'outra!
E meu amigo chegava
edoy lelia d'outra!
O meu amigo venia