Que tu, duvidosa, julgavas córar:
Não posso contar-t'a, nem sei se acordado
O que ella dizia se póde entender;
Eu sei que sonhando pensei que era sonho,
E agora acordado a não posso esquecer.
Mas tu porque escondes a face córada?
Não tem nada o sonho que faça córar?
É todo singello—é todo innocente,
Que importa um abraço, se é dado a sonhar?
Mas tu não te escondas, que eu fico calado,