Não quero offender-te a casta isempção,
Não torno a contar-te depois de acordado
O sonho innocente do meu coração.
R. de Bulhão Pato.
O DOIDO
Passei!—O povo na praça
Se apinhava todo alli;
Olha-me a turba devassa,
E chama-me doido, e rí.
Não quero offender-te a casta isempção,
Não torno a contar-te depois de acordado
O sonho innocente do meu coração.
R. de Bulhão Pato.
Passei!—O povo na praça
Se apinhava todo alli;
Olha-me a turba devassa,
E chama-me doido, e rí.