Não quero offender-te a casta isempção,

Não torno a contar-te depois de acordado

O sonho innocente do meu coração.

R. de Bulhão Pato.


O DOIDO

Passei!—O povo na praça

Se apinhava todo alli;

Olha-me a turba devassa,

E chama-me doido, e rí.