E era um doido! De demencia

Alcunhaste a intelligencia

Cujo peso te esmagou;

Não chamaste louco ao Tasso

Por fender n'um vôo o espaço

Que o talento lhe apontou?

E eu, doido; porque sósinho

Não imploro amor, nem dó!

Firme trilho o meu caminho,

Mas quero trilhal-o só.