Ver-me só n'este degredo,
Não profanar um segredo,
Nem ir, mendigo servil,
Pedir gloria; não careço
De vender-me pelo preço
De um sorriso estulto e vil.
Se soffrí muito... calei-me,
Repreza ficou a voz;
No inferno d'alma abrazei-me...
Mas eu era e a dor a sós.