Adeus!... Se existe o céo... a eternidade?...
Se nos veremos no paiz risonho?...
A vida transitoria e a morte... é sonho?...
Meu Deus! porque nos dás esta saudade?
1869 Thomaz Ribeiro, Grinalda, t. VI, p. 7.
A VIDA
Foi-se-me pouco a pouco amortecendo
A luz que n'esta vida me guiava,
Olhos fitos na qual até contava